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Juiz Manoel Franklin Fonseca Carneiro recebe título de Cidadão Honorário de Brasília

O Juiz Manoel Franklin Fonseca Carneiro, titular da 1ª Vara Criminal do Gama e associado AMAGIS-DF, recebeu o título de Cidadão Honorário de Brasília. A honraria foi entregue em sessão solene no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), na noite desta quarta-feira (11/03), em proposta do deputado Daniel Donizet, do MDB.

O parlamentar, presidindo a solenidade, descreveu o mérito e a razão do título. “Representa uma das mais altas distinções que esta Casa pode conceder. Estamos fazendo Justiça com um Magistrado que decidiu levar a sério a defesa dos animais aqui em Brasília. Ele entende que uma sociedade só é equilibrada de verdade quando protege os animais, levando esse debate para faculdades e para o dia a dia do Judiciário. Essa homenagem é um agradecimento da nossa cidade a todo esse empenho”, declara.

Representando o TJDFT, o Vice-Presidente do Tribunal, Desembargador Roberval Belinati, falou na mesa de honra sobre a importância da honraria. “Essa homenagem não é só de um deputado, é de mais de três milhões de habitantes que esta Casa representa. O trabalho do Juiz é muito sério e a Câmara está fazendo um reconhecimento pelo valor que tem o Juiz Manoel Franklin por tudo que ele fez por nossa Justiça. É um grande Magistrado e um Juiz que merece nosso respeito”, descreve.

O homenageado revelou um caso familiar que motivou o começo do estudo da área jurídica. “Esse título vai tornar minha voz mais forte para defender aqueles que não podem falar por si. Minhas filhas começaram a me ensinar o amor pelos animais, tentando me explicar como interagem, a personalidade própria, etc. Já eram ativistas bem antes do pai. Quando comecei a me dedicar ao direito animal, sempre notei resistência das pessoas. Sempre fomos acostumados a discriminar os animais”, relata.

Natural de São Luís, o Magistrado integra o quadro do TJDFT há 20 anos. Foi reconhecido por ser uma das personalidades mais atuantes na defesa do Direito Animal no Distrito Federal, sendo homenageado pela própria CLDF em 2019, com uma moção de louvor. Manoel Franklin Fonseca Carneiro é pós-graduado em direito animal pela Escola da Magistratura Federal do Paraná (Esmafe-PR) e pelo Centro Universitário Internacional – PR (Uninter/PR).

Foto: Reprodução/TV Câmara Distrital

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Magistrados associados recebem a Medalha Mulher Mais Segura

Quatro Magistrados do quadro de associados da AMAGIS-DF receberam nesta terça-feira (10/03) a Medalha Mulher Mais Segura. A solenidade de iniciativa da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) aconteceu no Teatro Pedro Calmon, no Setor Militar Urbano, e também premiou servidores do TJDFT.

Receberam a honraria as Juízas coordenadoras da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (CMVD-DF), Gislaine Reis e Fabriziane Zapata, a Juíza titular da Vara de Execuções Penais do DF(VEP-DF) Leila Cury  e o Juiz do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher do Núcleo Bandeirante Ben-Hur Viza.

A Medalha Mulher Mais Segura é um reconhecimento oficial do Governo do Distrito Federal a profissionais das forças de segurança, integrantes do sistema de Justiça, gestores públicos, representantes da rede de proteção e lideranças comunitárias que se destacam no enfrentamento qualificado da violência doméstica e familiar. Ao todo, cerca de 500 pessoas receberam a honraria com a medalha.

A Juíza Gislaine Carneiro Campos Reis destaca o amplo esforço e resultado obtido na defesa das mulheres. “É o reconhecimento de uma luta que travamos diariamente no Tribunal em defesa da dignidade e da vida das mulheres. Sinto uma profunda alegria e renovação ao colher os frutos dos esforços para o fortalecimento da rede de proteção do DF, que vem transformando a realidade de milhares que se socorrem do Estado. Essa homenagem pertence a todas as mulheres que acreditam na Justiça e que nos motivam a seguir firmes no propósito de enfrentar a violência doméstica e familiar”, dedica.

Por sua vez, a Juíza Fabriziane Stellet Zapata ressalta que a eficácia das políticas protetivas são alcançadas através das ações conjuntas com os demais poderes. “Não é demais lembrar que o enfrentamento à violência contra a mulher se faz mediante integração entre os poderes, com trabalho consistente e permanente em rede, sempre com perspectiva de gênero”, pontua.

O Juiz Ben-Hur Viza endossa a funcionalidade da lógica citada, agregando a participação popular como fator primordial para sua efetividade. “A soma de forças entre Judiciário, Legislativo, Executivo e sociedade civil, em prol de uma mulher mais segura, é um exemplo de que o trabalho em rede é o melhor caminho”, relata.

Foto: Divulgação/TJDFT

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Marília de Ávila e Silva Sampaio toma posse como Juíza Substituta de Segundo Grau

A Juíza Marília de Ávila e Silva Sampaio tomou posse como Juíza de Direito Substituta de Segundo Grau nesta sexta-feira (06/03), no Espaço Flamboyant, sede do TJDFT. A AMAGIS-DF foi representada na cerimônia pela Juíza Ana Beatriz Brusco, integrante do Conselho Fiscal da Associação. A Magistrada foi removida pelo critério de merecimento, em decisão unânime.

Em discurso emocionado, junto da família, a empossada agradeceu a presença de colegas Magistrados e Magistradas e a trajetória dentro do Tribunal. “Agradeço o TJDFT, onde dediquei três décadas da minha vida dando todo o suporte necessário. Essa instituição sempre prezou pela formação contínua de seus Magistrados. Só tenho a agradecer. Se eu perguntasse para aquela jovem há 30 anos atrás se a ela devi alguma coisa, diria que não: consegui realizar todos os meus projetos pessoais”, descreve.

Presidindo a sessão, o Vice-Presidente do TJDFT, Desembargador Roberval Belinati, não poupou elogios à Juíza em seu evento. “É uma honra estar aqui, ainda mais para eu que acompanhei a vida da Marília no Tribunal. Essa posse significa o reconhecimento institucional de uma carreira vitoriosa. Sempre foi uma Juíza equilibrada, de trabalho justo, honesto. Sempre honrou a toga como Magistrada. É um orgulho para o Tribunal. Esta posse mostra como é querida por todos”, relata.

A Juíza Ana Beatriz Brusco destacou, por sua vez, o lugar de representatividade e liderança da colega. “Esse momento significa o momento de orgulho para Magistratura. É de notório conhecimento que a Doutora Marília tem uma carreira brilhante como Juíza e uma carreira acadêmica também maravilhosa e digna de todos os elogios. Além disso, é uma representação feminina que causa orgulho às Juízas do Tribunal e que melhor representa os espaços que devem ser ocupados pelas mulheres, porque que eles são importantes e porque eles agregam a carreira”, descreve.

Natural de Brasília, Marília de Ávila e Silva Sampaio tem amplo currículo. Ingressou na Magistratura em 1996 e atuou em diversos juizados, na Justiça eleitoral e atualmente é titular da 2ª Turma Recursal. Tem bacharel em Direito pelo Uniceub e em Letras (Língua e Literatura Portuguesa) pela Universidade de Brasília (UnB). Além disso, é professora do mestrado, da pós-graduação e da graduação do Instituto Brasileiro de Ensino Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e da Escola de Formação Judiciária do TJDFT, tendo especialização em Teoria da Constituição, Direito Privado, Direito Administrativo e em Teologia.

Foto: Paulo Martins/AMAGIS-DF

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Diálogos da Magistratura tem casa cheia no auditório do CNJ

O auditório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi o palco de um caloroso encontro nesta segunda-feira (26/05). Repleto, o espaço recebeu a 13ª edição do Programa Diálogos da Magistratura, idealizado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), com parceria do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF).

O Ministro Luís Roberto Barroso ouviu os Juízes e Juízas do TJDFT na 13ª edição do evento. A conversa levou mais de 45 minutos e tocou diversos pontos do cotidiano atual da Magistratura da capital federal.

O presidente da AMB, Frederico Mendes Júnior, indica a mudança no sentido de contato entre todo o Poder Judiciário. "Essa discussão ocorre mais a nível de cúpula, entende-se isso: é uma cultura que nós temos no Judiciário. O Ministro Barroso vem e rompe essa barreira, vai até os estados para falar para a Magistratura, mas principalmente para ouvir a Magistratura, o que ela tem para lhe dizer sobre os seus projetos, as suas angústias, o que pode ser modificado no Judiciário, o que pode ser melhorado, também para ouvir elogios", indica.

Atentos às pautas de melhora no exercício da Magistratura, o presidente lembra do compromisso dos Magistrados e Magistradas do TJDFT em aderir à associação nacional. "Nós tivemos uma adesão muito grande da Magistratura do Distrito Federal à AMB e isso, eu acho, diz respeito também a esses resultados, a essa forma que nós enxergamos a Magistratura do Distrito Federal", descreve.

O presidente da AMAGIS-DF e secretário da AMB, Carlos Alberto Martins Filho, destacou brevemente como os Diálogos reforçam os elos da Magistratura em si. "Nós temos aqui pessoas com 30 anos de Magistratura e Juízes e juízas da última turma presentes, percebendo a importância desse projeto do CNJ em parceria com a AMB. Isto fortalece o movimento associativo em todo o Brasil. Nós estamos percebendo nos outros estados; e aqui no DF não é diferente. A relação do associativismo na AMB já era muito boa, muito forte e ela vem crescendo. Essa parceria do CNJ com a AMB fortalece o processo", registra.

Em uma introdução, o Ministro Barroso contou sobre algumas medidas favoráveis à Magistratura e à sociedade ao mesmo tempo. Entre elas, a resolução da equidade de gênero, aprovada pela Ministra Rosa Weber, a resolução sobre o juiz de garantias, e o envio de R$ 200 milhões para ajuda humanitária no Rio Grande do Sul, com rendas pecuniárias do Poder Judiciário.

A Desembargadora Maria Ivatonia dos Santos destacou o contato com o Ministro como fórmula de evolução do exercício da Magistratura. "Sem dúvida alguma é uma iniciativa muito salutar, muito interessante. Só demonstra como o Ministro é preocupado com os rumos da Magistratura, com a boa gestão, com a transparência, com a escuta muito ativa da magistratura para que sempre a gente consiga se aprimorar", comemora.

O Juiz Fábio Francisco Esteves reforça que a aproximação entre as instituições diversas do Judiciário contribui para o progresso diário em todas as instâncias. "Primeiro, essa iniciativa aproxima a base, aproxima a Magistratura, não só da AMB, da direção da AMB, mas também do Supremo Tribunal Federal, para pensar não só enquanto o CNJ, motor de políticas públicas, mais tocadas, mais direcionadas para que nós consigamos produzir soluções que possam conduzir à base, à finalidade última do Judiciário", relata.

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