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  • Presidente da Amagis-DF palestra sobre Não Discriminação

    29 4 2019O Presidente da Amagis-DF, Juiz Fábio Francisco Esteves, realizou nesta sexta-feira, 26/4, palestra sobre O Direito à não Discriminação na abertura do Programa Educacional de Reciclagem Anual para os Seguranças. O evento, promovido pela Escola de Formação Judiciária,  aconteceu no Auditório Ministro Sepúlveda Pertence, localizado no Bloco A do Fórum de Brasília, e recebeu 161 inscrições, em sua maioria seguranças, mas também servidores de outros setores da Casa.

    “É indiscutível o que representa o aperfeiçoamento técnico. Aprimorarmo-nos é, portanto, dever contínuo de todos nós”, falou o diretor-geral da Escola, o desembargador George Lopes Leite, que também participou do evento. O magistrado lembrou, ainda, que aos agentes de segurança impõe o condão de defender a vida e a dignidade humana dos jurisdicionados, bem como dos servidores e magistrados.

    Responsável pela palestra, o Juiz titular da vara Criminal e Tribunal do Júri do Núcleo Bandeirante, Fábio Esteves, começou sua fala explicando que não se pode falar em discriminação sem antes falar sobre empatia. Segundo ele, nunca se vai entender a dor do outro ou as dificuldades pelas quais o outro passa no seu cotidiano. “Empatia tem a ver conosco e não com o outro. Discriminação é uma questão de empatia, de dor, de olhar e compreender a dor do outro”, buscou explicar.

    O objetivo da ação educacional é que os participantes sejam capazes de elencar os elementos necessários para o acolhimento do público que acessa o TJDFT. Nesse sentido, o magistrado destacou que o sistema de justiça começa antes mesmo da porta de entrada do tribunal, “ali na calçada, inclusive”, descreveu. “E todos nós fazemos parte desse sistema, portanto somos todos responsáveis pelo serviço prestado”.

    Fé na justiça

    Para o Juiz, as pessoas precisam ter fé na busca por justiça, porque lá fora eles já são constantemente desrespeitados e constrangidos. “Aqui é um esteio, uma espécie de último recurso para ter seus direitos resguardados. Não faz sentido aqui também continuarmos agredindo essas pessoas”, continuou.

    O Magistrado levantou questionamentos de quantas vezes os servidores da segurança fazem isso na porta dos fóruns, com idosos, obesos, mulheres, deficientes e LGBTs e pediu que refletissem sobre como poderiam melhorar. “Quem aqui hoje não está inserido num contexto de minoria? Essa fala é um convite à reflexão e à chance de tentarmos deixar um mundo melhor para nossa geração. Um mundo de, no mínimo, mais respeito”.

    Ao fim da palestra, o Secretário de Segurança Institucional, Leonilson Oliveira, agradeceu ao magistrado e destacou a importância de se falar sobre o assunto da discriminação, sobretudo do ponto de vista psicológico. “Quando vamos para uma ação despidos de qualquer preconceito, a chance de erro é muito pequena e a ação por si é conduzida dentro do que se espera no contexto de um estado de direito”, pontuou.

    Supervisor de Núcleo de Policiamento Interno, o servidor André Luiz de Carvalho comentou que o assunto é complexo e diariamente fruto de desafios, mas que os seguranças estão comprometidos em se aprimorar e prestar um serviço adequado aos jurisdicionados.

     

    Fonte: com informações ACS TJDFT - 29 de abril de 2019

    Foto: Daniel Coelho - NBastian/Divulgação TJDFT

  • Presidente da Amagis-DF recebe Selo de Qualidade da 2ª Vice-Presidência do TJDFT

    5 11 2018A 2ª Vice-Presidente do TJDFT, Desembargadora Ana Maria Duarte Amarante Brito, entregou, na manhã desta segunda-feira, 5/11, o Selo de Qualidade da 2ª Vice-Presidência – Personalidade Pública - ao Presidente da Amagis-DF, Juiz Fábio Francisco Esteves, em razão de sua contribuição e dedicação para a consolidação dos serviços de conciliação e mediação oferecidos pelo tribunal.

    Conforme a Portaria GSVP 93 de 19/10/16, o Selo é concedido aos colaboradores e incentivadores do Movimento Permanente pela Conciliação, em 9 categorias distintas, incluindo-se a de "personalidade pública" - na qual se enquadra o magistrado homenageado - considerando a contribuição prestada à efetivação e consolidação da política pública de tratamento adequado de conflitos instituída pela Resolução 125, de 2010, do CNJ.

    A Solenidade, que também agraciou o Desembargador Alfeu Gonzaga Machado e a Juíza Fernanda Mafra, contou com a presença do Presidente do STF, Ministro Dias Toffoli e do Presidente do TJDFT, Desembargador Romão Cícero de Oliveira.

     

    Amagis-DF - 5 de novembro de 2018

  • Nota Pública

    notapublicaA Associação dos Magistrados do Distrito Federal e dos Territórios, entidade representativa da magistratura do DF, vem cumprimentar o Juiz Sérgio Moro, diante da notícia de que aceitou a indicação para o cargo de Ministro da Justiça

    A Amagis-DF deseja sorte e sucesso ao magistrado. O reconhecimento do trabalhos dos membros da magistratura é por nós saudado, pois sabidos são os sacrifícios impostos pela carreira.

    A agenda de combate à corrupção, ao crime organizado e de fortalecimento da justiça se mostra premente na atual conjuntura do país.

    Os valiosos conhecimentos adquiridos no exercício da magistratura certamente agregarão ao Ministério da Justiça no diálogo institucional.

     

    Presidente da Amagis-DF

    Juiz Fábio Francisco Esteves

  • NOTA DE REPÚDIO IEDF

    28 9 2018iedfNOTA DE REPÚDIO

    Brasília, 28 de setembro de 2018

    O Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade (IEDF) vem a público manifestar total repúdio às declarações emitidas na data de ontem, 27, pelo candidato ao Governo do Distrito Federal, Alberto Fraga (DEM), ao se referir, em evento com seus colaboradores, à sua condenação penal. Na avaliação da diretoria da entidade e seus representados, é intolerável e inadmissível o menosprezo com que o candidato se dirigiu ao Juiz Fabio Francisco Esteves, prolator da sentença condenatória, especialmente, seu discurso discriminatório em que incorreu ao afirmar que o magistrado seria ativista LGBTI - fato que, além de inverídico, evidentemente jamais poderia ser atrelado à qualidade da atividade jurisdicional do Juiz e da pessoa, muito menos à celeridade com que a condenação foi expedida.
    A causa LGBTI como fator negativo no exercício da jurisdição consubstanciou-se em evidente fala discriminatória e, nesta medida, é veemente repudiada por este Instituto. Ressalte-se que a condenação sofrida pelo candidato em nada se relacionava com questões LGBTI, referindo-se estritamente a crime de corrupção, cometida já há dez anos.

    Sandra Taya Presidente do IEDF
    A diretoria
    Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade

  • AMB EMITE NOTA DE REPÚDIO CONTRA ÀS DECLARAÇÕES DE ALBERTO FRAGA

     

    28 9 2018