Evandro Neiva de Amorim toma posse como Juiz de Turma Recursal

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Evandro Neiva de Amorim toma posse como Juiz de Turma Recursal

O Juiz Evandro Neiva de Amorim tomou posse como Juiz de Turma Recursal. A cerimônia que empossou o Magistrado aconteceu na tarde desta segunda-feira (23/02), no Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). A AMAGIS-DF esteve representada pelas Diretora de Apoio ao Aposentado e Pensionista, Eutália Maciel Coutinho, e a Diretora Adjunta da mesma pasta, Marilene Sampaio Gentili.

Promovido pelo critério de antiguidade, Evandro Neiva de Amorim foi destacado para o cargo pela trajetória e atuação ao longo de quase três décadas na Magistratura do DF. Ingressou no TJDFT em fevereiro de 1996, atuando em diversas unidades jurisdicionais, como varas cíveis de Brasília, a 1ª Vara do Juizado Especial Criminal de Planaltina, a Vara de Acidentes do Trabalho do DF, a Vara de Ações Previdenciárias do DF, a 8ª Vara Criminal de Brasília, além da 2ª Vara de Precatórias e da Vara de Precatórias do DF. Atualmente, estava na Vara da Infância e da Juventude (VIJ) do DF.

O Presidente do Tribunal, Desembargador Waldir Leôncio Júnior, celebrando a solenidade, não escondeu a satisfação no legado e no futuro do Juiz junto do TJDFT. “É um juiz raiz. Simples e eficiente. Por onde passou, deixou sua marca, sendo sempre comprometido com o serviço. A VIJ é muito importante e delicada, e o seu lugar será muito difícil de ser preenchido por seu caráter humano. Por um lado é lamentável, mas pelo lado da Turma Recursal é bem esperado”, relata.

O Juiz Evandro Neiva de Amorim agradeceu e destacou, em síntese, os feitos da Vara anterior. “Aproveito para agradecer desde a VIJ por todo o apoio e trabalho conjunto com a Presidência. Estamos preparando pessoas em Brasília para outras alternativas de adoção”, declara.

Formado em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) em 1988, o Magistrado iniciou sua carreira jurídica na advocacia, entre 1988 e 1992, com atuação nas áreas cível e criminal em escritório próprio. Também teve atuação no Ministério Público de Goiás, a partir de 1992.

Foto: Paulo Martins/AMAGIS-DF