Diferentes diretoras representativas de várias partes do país se juntaram à Diretoria da AMB Mulheres em encontro realizado nesta terça-feira (09/06), em Brasília. A AMAGIS-DF esteve amplamente representada: compareceram o Presidente da Associação e Vice-Presidente de Gestão e Prerrogativas da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Carlos Alberto Martins Filho, além da Diretora Institucional da AMB e Diretora de Comunicação da AMAGIS-DF, Acácia Regina Soares de Sá, a Tesoureira da AMB, Maria Isabel da Silva e as Diretoras da AMB Mulheres no Distrito Federal Lilia Vieira e Débora Calaço.
A reunião foi conduzida pela Diretora da AMB Mulheres, Maria Domitila Manssur, tendo como pauta a representação institucional das Magistradas, a proteção das mulheres e o acesso à Justiça. Foi alinhada a criação do Observatório Nacional de Magistradas Brasileiras e a atualização e o aprimoramento da pesquisa “Perfil das Magistradas Brasileiras”, realizada pelo Centro de Pesquisas Judiciárias (CPJ) da AMB em 2023. No campo da atuação institucional, o foco foi a interlocução com parlamentares, ministras de tribunais superiores e conselheiras do CNJ, em uma agenda de defesa dos temas de interesse da Magistratura feminina.
A Diretora justifica a definição das diretrizes em razão de uma melhor condição para as Magistradas. “A Diretoria AMB Mulheres terá atuação dedicada às Magistradas por meio de iniciativas fundamentadas na realidade, em dados e estatísticas. A partir disso, estamos propondo a criação do Observatório Nacional de Magistradas Brasileiras e a atualização de uma importante base de pesquisas que a AMB possui e da qual é pioneira e referência”, relata.
A Presidente da AMB, Vanessa Mateus, endossa a postura de defesa às necessidades das Magistradas de todo o país. “A pauta da AMB Mulheres será institucional, com atuação baseada em números, estrutura e políticas judiciárias, porque também nesse ponto estamos tratando da pauta remuneratória e buscando melhores condições para a Magistrada gestante, para a Magistrada que precisa de afastamento para o aleitamento ou em razão de uma gravidez de risco”, explica.
Foto: Lucas Borges/AMB
